quarta-feira, 16 de setembro de 2026
política

Eduardo Bolsonaro levará STF à Casa Branca e diz: “Se Deus quiser, haverá sanções”

Durante a publicação, o ex-deputado também criticou os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino

Eduardo Bolsonaro levará STF à Casa Branca e diz: “Se Deus quiser, haverá sanções”

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta terça-feira (15) que pretende levar a autoridades dos Estados Unidos registros do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possível abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Em publicação no X, ele disse esperar que o episódio resulte em uma “nova rodada de sanções” americanas.

“Tudo registrado e pronto para expor em DC onde, se Deus quiser, se iniciará uma nova rodada de sanções”, escreveu Eduardo, em referência a Washington, capital dos Estados Unidos. A declaração foi feita durante a sessão do STF que analisava a possibilidade de investigar Moraes.

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Durante a publicação, o ex-deputado também criticou os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino. Ele acusou Moraes de exigir direitos que, segundo sua avaliação, teriam sido negados a réus em processos conduzidos pelo ministro. Também questionou a atuação de Gilmar Mendes e fez críticas a Flávio Dino.

A manifestação ocorre antes de reuniões que Eduardo deve realizar em Washington nesta semana para tratar da aplicação de novas sanções contra Moraes. A agenda foi confirmada pelo jornalista Paulo Figueiredo à Gazeta do Povo, mas os participantes dos encontros não foram divulgados.

A sessão extraordinária do STF discutiu a possível abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes a partir de informações reunidas pela Polícia Federal no caso envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O julgamento foi marcado por divergências entre ministros e discussões sobre a condução dos processos.

O ministro Flávio Dino pediu vista do caso, interrompendo a análise. Com isso, a decisão sobre a abertura da investigação ficou pendente.

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