A Prefeitura de Ilhabela confirmou que a empresa responsável pelo jet ski utilizado por Bruna Damaris Sant'anna da Silva, 26 anos, e Dheorge Pereira Bernardino, 28 anos, não possuía autorização ou registro municipal para operar comercialmente na cidade. O casal desapareceu no mar no último domingo após a embarcação afundar no Litoral Norte paulista.

Em nota oficial, a administração municipal declarou que não consta qualquer registro em nome da empresa para a exploração da atividade e reforçou que o aluguel de motos aquáticas para fins comerciais é proibido em Ilhabela. Fotos divulgadas pelo Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) indicam que a embarcação pertence à empresa "Neto Mineiro – passeios náuticos de jet ski", que também anuncia aluguel de lanchas nas redes sociais e exibe imagens de uma moto aquática com características semelhantes à usada pelo casal no dia do desaparecimento.
Bruna foi encontrada com vida na terça-feira (26), à deriva no mar, após buscas realizadas pelo GBMar, pela Marinha e com apoio de comunidades tradicionais caiçaras. Dheorge segue desaparecido. As operações entraram no quinto dia nesta quinta-feira (28), e nas operações, um colete salva-vidas encontrado boiando no mar foi identificado como sendo de Dheorge.
A Prefeitura informou que o caso segue sendo apurado pelos órgãos competentes e que medidas administrativas poderão ser adotadas caso as irregularidades sejam confirmadas.
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