sábado, 29 de agosto de 2026
SJCampos

Adolescente de 16 anos é assassinado com tiros na cabeça no Galo Branco

Vítima foi encontrada morta em uma rua do bairro; testemunhas relataram à polícia que ocupantes de um carro prata teriam cometido os disparos

Adolescente de 16 anos é assassinado com tiros na cabeça no Galo Branco
Foto: Street View

Um adolescente de 16 anos foi morto a tiros na madrugada deste sábado (29), no bairro Galo Branco, na região leste de São José dos Campos. O crime aconteceu por volta das 4h45, na Rua Manoel Meneses Leal, em frente ao Conjunto Residencial Galo Branco.

A vítima foi identificada como Kauã Vinícius Silva Pereira, nascido em setembro de 2009. Segundo o boletim de ocorrência, ele foi encontrado caído na via pública com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo na região da cabeça e do pescoço. Uma equipe do Samu esteve no local e constatou a morte.

A Polícia Militar foi acionada pelo Copom após relatos de tiros. Quando os agentes chegaram, equipes da Guarda Civil Municipal e do Samu já estavam no endereço. O local foi isolado para a realização da perícia.

Durante as primeiras diligências, policiais ouviram moradores. Segundo os relatos registrados no boletim de ocorrência, um Volkswagen Gol prata passou pela rua pouco antes dos disparos. Ocupantes do veículo teriam atirado contra o adolescente e fugido na sequência.

A PM realizou buscas pela região, mas não localizou o carro nem os suspeitos. Nenhuma arma ou outro objeto relacionado ao crime foi encontrado durante o atendimento inicial.

O avô do adolescente também esteve no local e prestou depoimento à Polícia Civil. Conforme registrado no boletim, ele relatou que o neto fazia uso de entorpecentes e estaria envolvido com a comercialização de drogas. O familiar levantou a possibilidade de o crime ter relação com essa atividade, mas afirmou que o adolescente nunca havia mencionado ameaças ou possíveis desafetos.

O caso foi registrado como homicídio consumado de autoria desconhecida. O corpo foi encaminhado ao IML para realização do exame necroscópico.

A Polícia Civil investiga o crime. Até o registro do boletim de ocorrência, nenhum suspeito havia sido preso.

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