Um adolescente de 17 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio na noite de quarta-feira (4), em Pindamonhangaba. Ele foi agredido e baleado por dois homens que se aproximaram em um veículo descrito como bicicleta elétrica ou motocicleta elétrica. Ninguém foi preso.
Segundo o boletim de ocorrência, o caso aconteceu por volta das 19h10. A Polícia Militar foi acionada pelo Copom após o jovem dar entrada na UPA do Araretama com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. A ocorrência foi comunicada à Polícia Civil às 21h26.
De acordo com o registro policial, o adolescente apresentava um ferimento de bala na panturrilha direita e outro no polegar da mão esquerda, além de um corte no supercílio esquerdo. A lesão no rosto teria sido provocada por uma coronhada.
Em depoimento aos policiais, o jovem contou que caminhava por uma via pública quando foi abordado pelos dois homens. Após uma breve interação, um dos suspeitos o atingiu no rosto. Na sequência, os criminosos começaram a atirar em sua direção.
O adolescente conseguiu fugir e se abrigou em uma adega nas proximidades. Ele, porém, não soube informar o ponto exato onde a agressão começou, descrever os autores ou apontar uma possível motivação para o ataque.
Buscas pelos suspeitos
O pai da vítima relatou à polícia que recebeu de terceiros a informação de que o filho havia sido baleado. Ele foi até o local, encontrou o adolescente ferido e o levou à unidade de saúde.
Ao retornar à região, o homem ouviu de moradores que duas pessoas teriam participado do ataque. A informação, no entanto, não foi confirmada pela vítima. O pai também afirmou desconhecer qualquer desavença envolvendo o filho.
Com base nos relatos, equipes policiais, com apoio da Força Tática, realizaram buscas em endereços relacionados a pessoas mencionadas informalmente. Os suspeitos não foram encontrados, e as diligências não resultaram em elementos que permitissem identificar os responsáveis.
O caso foi registrado como tentativa de homicídio e será investigado pela Delegacia de Pindamonhangaba. A Polícia Civil também solicitou a realização de exame no Instituto Médico Legal (IML). Até o momento, a autoria e a motivação do crime permanecem desconhecidas.
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