Nesta semana foi iniciada a instalação dos novos cabos subaquáticos que fazem parte do projeto de duplicação da capacidade energética do município, executado pela Neoenergia Elektro em parceria com a Prefeitura de Ilhabela.
São 4,5 km de cabos instalados no fundo do Canal de São Sebastião, responsáveis por levar energia em alta tensão até a nova Subestação Elétrica Ilhabela, atualmente em construção.
A intervenção integra o Projeto Mais por Ilhabela, que prevê investimento de aproximadamente R$ 200 milhões na modernização e ampliação do sistema elétrico da cidade.
“A cidade vive um novo ciclo de crescimento e precisamos ter infraestrutura para acompanhar esse desenvolvimento. Esse investimento é estratégico porque estamos preparando Ilhabela não apenas para os próximos anos, mas para os próximos 50 anos, com energia suficiente para fortalecer o turismo, o comércio, atrair novos investimentos e, principalmente, melhorar a qualidade de vida da nossa população”, afirmou o prefeito Toninho Colucci.
Os equipamentos foram transportados em uma balsa exclusiva e a execução conta com licenciamento ambiental da CETESB e apoio operacional da Marinha do Brasil, Governo do Estado de São Paulo e das prefeituras de Ilhabela e São Sebastião.
“Demos mais um importante passo neste que é o nosso maior projeto em execução em 2026. São muitas frentes de trabalho com um objetivo comum: levar mais energia à Ilhabela. Estamos construindo uma subestação elétrica abrigada, com tecnologia de ponta, além de linhas de distribuição de energia com equipamentos modernos e sustentáveis”, afirma Antonio Casanova, diretor-presidente da Neoenergia Elektro.
Além dos cabos subaquáticos, o projeto contempla a construção da nova Subestação Elétrica Ilhabela e a modernização das linhas de distribuição.
Mais de 36 mil moradores serão beneficiados diretamente, além dos milhares de turistas que visitam Ilhabela ao longo do ano. O projeto também incorpora soluções sustentáveis, como geração de energia solar na nova subestação, piso drenante ecológico, sistemas para reaproveitamento da água da chuva e dos aparelhos de ar-condicionado e transformador que utilizará óleo vegetal biodegradável e não tóxico para água e solo.
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