Mais de mil trabalhadores se reuniram em assembleia na noite da quinta-feira (28) a aprovaram em unanimidade a paralisação, que deve começar na próxima terça-feira, dia 2 de junho.
A presidente do sindicato, Rosalba Ramos Reis, reforçou que houve diálogo sobre questões administrativas e sociais, porém sem avanços financeiros. Durante a mobilização, ela reforçou o posicionamento da categoria e criticou a ausência de proposta apresentada pela administração.
Entre os pedidos da categoria estão o reajuste salarial de 9,43%, o aumento do vale alimentação de R$ 502,50 para R$ 830, criar o
auxílio transporte de R$ 563,04, a quitação imediata da licença-prêmio acumulada, entre outras pautas.
A Prefeitura de Taubaté anunciou que irá encaminhar à Câmara Municipal um projeto de lei propondo o aumento do vale-alimentação dos servidores.
Em nota divulgada anteriormente, o município enfrenta uma situação fiscal delicada, com dívida aproximada de R$ 1 bilhão, o que impediria o atendimento imediato dos pedidos.
A administração também informou que houve acolhimento de pautas consideradas sociais e administrativas, incluindo ações relacionadas ao combate ao assédio moral, fornecimento de equipamentos de proteção, modernização do setor de Recursos Humanos, regularização de contratos e realização de concursos públicos.
Após a aprovação da greve, servidores comemoraram a decisão durante a assembleia. A expectativa agora é pela definição dos próximos passos do movimento e por eventual retomada das negociações entre Prefeitura e sindicato.
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