Roberto Peixoto foi preso na tarde desta quarta-feira (15), em sua residência, após o cumprimento de mandado judicial. A detenção ocorre após a condenação definitiva a 10 anos de prisão, proferida pela Justiça Federal em 2024, em processo que já transitou em julgado.
Em decisão recente, a Justiça destacou que não há novos elementos capazes de modificar entendimentos anteriores, especialmente em relação a pedidos da defesa para cumprimento da pena em regime domiciliar.
O ex-prefeito de Taubaté foi condenado a 10 anos e seis meses de prisão em regime inicial fechado e ao pagamento de 33 dias-multa. A condenação tratou de crimes de lavagem de dinheiro relacionados à aquisição de imóveis entre 2005 e 2007.
Entre os bens citados no processo aparecem um apartamento em Ubatuba, um imóvel na Rua Elis Regina, em Taubaté, e um sítio.
Em nota, a defesa do ex-prefeito afirmou que “respeita a decisão do Juízo da Vara das Execuções Criminais, porém dela não concorda”. Os advogados sustentam que Peixoto “está acometido de sérios problemas de saúde, sem condição cognitiva”, e informaram que irão ingressar com as medidas judiciais cabíveis, “em respeito ao princípio da dignidade humana”.
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