A seleção dos Estados Unidos tem adotado uma prática pouco convencional para auxiliar os jogadores na recuperação após as partidas da Copa do Mundo. Além do gelo, do descanso e da massagem, os atletas passam a contar com a companhia de cães logo depois dos jogos, como forma de aliviar o desgaste mental provocado pela sequência de compromissos no Mundial.
Os animais pertencem a uma entidade que resgata, cuida e ressocializa cães abandonados. O momento com os pets acontece justamente no período pós-jogo, quando os jogadores costumam estar mais tensos ou exaustos, com o objetivo de proporcionar um respiro emocional diante da pressão de disputar o torneio como um dos países-sede.
A iniciativa tem o aval do técnico Mauricio Pochettino, que aprecia cães e reconheceu a importância de criar recursos para apoiar a recuperação psicológica dos atletas depois das partidas. Segundo especialistas, o contato com animais, mesmo que breve, contribui para reduzir o estresse, estimula a socialização e fortalece o senso de cuidado entre os membros de um grupo grande, que vai além dos 26 convocados para a Copa.
A base de treinos da seleção americana fica em Atlanta, cidade que prevê a criação futura de um espaço próprio para manutenção de animais de estimação no CT. A ideia é manter um mascote fixo na concentração, ampliando essa rotina de acolhimento aos jogadores após os jogos.
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