segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Política

Quanto tempo de STF tem cada ministro e que presidente o indicou?

Veja quanto falta para a aposentadoria compulsória de cada integrante da Corte, do mais próximo ao mais distante da saída

Quanto tempo de STF tem cada ministro e que presidente o indicou?
Foto: STF

Os ministros do Supremo Tribunal Federal são obrigados a deixar o cargo ao completar 75 anos, regra prevista na Constituição desde a chamada PEC da Bengala, de 2015. É essa data, e não a vontade do ministro, que determina o fim do mandato, salvo em casos raros de aposentadoria antecipada, como fez Luís Roberto Barroso no ano passado.

Luiz Fux é quem tem menos tempo pela frente. Indicado por Dilma Rousseff em 2011, ele ainda tem 1 ano e 7 meses de cargo, com aposentadoria prevista para 26 de abril de 2028.

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Na sequência vem Cármen Lúcia, indicada por Lula em 2006 e única mulher entre os atuais ministros. Ela ainda tem 2 anos e 7 meses no Supremo, até 19 de abril de 2029.

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Gilmar Mendes, decano da Corte e indicado por Fernando Henrique Cardoso em 2002, tem pela frente 4 anos e 4 meses, com saída marcada para 30 de dezembro de 2030.

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Edson Fachin, atual presidente do STF, foi indicado por Dilma Rousseff em 2015 e ainda tem 6 anos e 5 meses de mandato, até 8 de fevereiro de 2033.

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Dias Toffoli, indicado por Lula em 2009, tem o mandato mais longo entre os ministros mais antigos da Corte: ainda são 16 anos e 2 meses, com aposentadoria prevista para 15 de novembro de 2042.

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Flávio Dino, indicado por Lula em novembro de 2023, tem 16 anos e 8 meses pela frente, até 30 de abril de 2043. Poucos meses depois, em 13 de dezembro do mesmo ano, é a vez de Alexandre de Moraes, indicado por Michel Temer em 2017, que ainda soma 17 anos e 3 meses de cargo.

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Kassio Nunes Marques, primeira indicação de Jair Bolsonaro ao Supremo, tomou posse em 2020 e ainda tem 20 anos e 8 meses de mandato, até 16 de maio de 2047. André Mendonça, segunda escolha de Bolsonaro, aprovado em 2021, soma 21 anos e 4 meses, com saída prevista para 27 de dezembro de 2047.

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Quem tem o mandato mais longo é Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula e indicado por ele em julho de 2023. Ainda restam 24 anos e 2 meses até sua aposentadoria compulsória, prevista para 15 de novembro de 2050.

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Vale lembrar que a Corte segue com uma cadeira vaga desde a saída antecipada de Barroso, em outubro de 2025. A indicação de Jorge Messias para a vaga foi rejeitada pelo Senado em abril deste ano, e a decisão sobre o novo nome deve ficar para o próximo presidente da República.

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