Um homem de 26 anos, identificado como Vinícius Gonçalves de Oliveira, foi encontrado morto dentro de uma residência no bairro Jardim Russi, em Taubaté, nesta segunda-feira (14). O corpo estava em avançado estado de decomposição e apresentava sinais que podem indicar uma morte violenta. Até o momento, ninguém foi preso.
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada pelo COPOM após vizinhos relatarem um forte odor vindo do imóvel. Ao entrarem na residência, os policiais encontraram a vítima deitada sobre uma cama.
Inicialmente, não foram localizados documentos que permitissem a identificação do homem. Durante a perícia, foram constatadas lesões na região da cabeça e encontrado um bloco de concreto quebrado com vestígios de sangue nas proximidades do corpo.
A equipe de perícia informou, de forma preliminar, que o estado de decomposição era compatível com uma morte ocorrida aproximadamente três a quatro dias antes da localização do cadáver.
Durante os trabalhos no imóvel, um homem identificado como K.C.M.D.S compareceu espontaneamente ao local e afirmou conhecer a vítima. Segundo o relato, ele teria visto Vinícius transitando pela região entre os dias 10 e 11 de setembro, carregando uma bicicleta e diversos objetos.
Ainda conforme o depoimento, K.C.M.D.S acompanhou Vinícius até a residência onde o corpo foi encontrado e entrou no imóvel para questioná-lo sobre a procedência dos objetos. Ele afirmou que não percebeu nenhuma situação anormal na ocasião e deixou o local em seguida. O homem disse ainda que não voltou a ver a vítima depois daquele momento.
O boletim também registra que Vinícius teria desavenças com moradores da região por causa de supostos furtos cometidos no bairro. A residência seria frequentada, além da vítima, por um homem conhecido pelo apelido de “Alemão” e por uma mulher ainda não identificada. Nenhum dos dois foi localizado no imóvel quando o corpo foi descoberto.
A ocorrência foi registrada no 1º Distrito Policial de Taubaté. O caso será investigado para esclarecer as circunstâncias e a autoria da morte.
Foto: Polícia Civil
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