O único gato que sobreviveu ao caso envolvendo o psicólogo Pablo Stuart, acusado de matar ao menos 17 felinos no Distrito Federal, hoje simboliza resistência após escapar de uma sequência de maus-tratos. Resgatado em estado grave, o animal passou por tratamento intensivo e conseguiu se recuperar.
Batizado de Joey, o gato foi encontrado ainda filhote, com o fêmur quebrado e diversos sinais de violência. Desde então, enfrentou cirurgias, acompanhamento veterinário contínuo e sessões de fisioterapia até voltar a se movimentar normalmente.
Atualmente, vive sob os cuidados de uma protetora, em um ambiente seguro, e apresenta comportamento dócil e afetuoso, segundo a cuidadora. A trajetória de superação ganhou repercussão nas redes sociais e mobilizou ativistas da causa animal, que acompanham o caso desde as primeiras denúncias.
O episódio veio à tona em 2025, após denúncias à Polícia Civil do Distrito Federal. As investigações indicam que o psicólogo adotava gatos e, posteriormente, os submetia a maus-tratos. A
De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), há indícios de que pelo menos 17 felinos tenham sido mortos. O caso provocou forte comoção pública e reacendeu o debate sobre a proteção animal e a necessidade de punições mais rigorosas.
A defesa do acusado nega as acusações e afirma que a inocência será comprovada ao longo do processo.
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