A última pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira (25), mostra Guilherme Derrite (PP) e Marina Silva (Rede) empatados com 12% das intenções de voto na disputa por uma das duas vagas de São Paulo no Senado em 2026. Simone Tebet (PSB) aparece logo atrás, com 11%, seguida por André do Prado (PL), com 7%.
O levantamento ouviu 1.800 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número SP-06946/2026.
Como serão eleitos dois senadores por estado em 2026, os entrevistados indicaram dois nomes. Na combinação dos votos, Salles (Novo) aparece com 4%; Geraldo Rufino (Podemos), com 2%; e Soninha Francine (Cidadania), também com 2%. Outros candidatos somaram entre 0% e 1%.
Nesse cenário, 27% dos entrevistados estão indecisos e 18% afirmam que votarão em branco, nulo ou não irão votar.
Infografico com os candidatos ao Senado por SP (Foto: Aqui Vale)
Primeiro e segundo voto
Considerando apenas a primeira vaga, Derrite aparece com 17%, seguido por Marina Silva e Simone Tebet, ambas com 15%. André do Prado tem 7% e Salles, 4%. Os indecisos somam 20%.
Na segunda vaga, Marina Silva lidera com 9%, seguida por Derrite, com 8%. Simone Tebet e André do Prado aparecem com 7% cada. Salles tem 5%, enquanto 34% ainda não decidiram o voto.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, o cenário é de grande indefinição: 91% não souberam indicar um nome. Derrite e Tebet aparecem com 2% cada, enquanto Marina Silva e Salles têm 1% cada.
Rejeição e conhecimento
A pesquisa também mediu o conhecimento e a rejeição dos candidatos. Marina Silva tem o maior índice de eleitores que a conhecem, mas dizem que não votariam nela: 45%. Simone Tebet aparece com 35%.
Entre os demais nomes, a maioria dos entrevistados afirma não conhecê-los. Derrite, por exemplo, é desconhecido por 65%, enquanto André do Prado não é conhecido por 73% dos eleitores.
Segundo o levantamento, 51% dos entrevistados consideram sua escolha definitiva, enquanto 49% afirmam que ainda podem mudar de voto até as eleições, marcadas para 4 de outubro de 2026.
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