Dois cães da raça Beagle que passaram os primeiros anos de vida em gaiolas dentro de uma instalação de pesquisa nos Estados Unidos agora vivem uma nova realidade: com liberdade, carinho e uma família. Pebbles e Paulie, que depois da adoção passou a se chamar Milo, nunca haviam tido contato com uma casa, quintal ou rotina fora do ambiente do laboratório.
Os animais faziam parte de um grupo de cerca de 1.500 Beagles mantidos na Ridglan Farms, em Blue Mounds, no estado de Wisconsin. A unidade, que criava cães para pesquisas científicas, firmou um acordo com organizações de proteção animal para a transferência dos animais, que foram encaminhados para abrigos parceiros antes de serem disponibilizados para adoção.
A operação envolveu grupos como a Big Dog Ranch Rescue e o Center for a Humane Economy, que assumiram a retirada dos cães e a preparação dos animais para uma nova etapa de vida. Antes de encontrar novos lares, os Beagles passaram por cuidados veterinários e adaptação para aprender a conviver em ambientes familiares.
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