A acne atinge cerca de 85% dos adolescentes, mas pode continuar na vida adulta ou surgir nessa fase, principalmente entre as mulheres. Mais do que uma questão estética, a doença pode causar cicatrizes, dor e impactos na autoestima e na qualidade de vida.
O problema é causado por um processo inflamatório nos folículos da pele e pode provocar cravos, espinhas, pústulas e, nos casos mais graves, nódulos e cistos. Entre os fatores envolvidos estão alterações hormonais, excesso de oleosidade, obstrução dos poros, genética e inflamação.
De acordo com a médica Ana Flávia Zanelli, investigadora do Centro Internacional de Pesquisas Clínicas (CIPES), o tratamento é importante para controlar a doença e reduzir o risco de sequelas. As opções variam conforme a gravidade do quadro e podem incluir medicamentos de uso tópico ou oral.
Em São José dos Campos, o CIPES participa de um estudo clínico que avalia uma nova alternativa para o tratamento da acne vulgar moderada a intensa e está selecionando voluntárias.
Podem participar, inicialmente, mulheres de 14 a 45 anos, com acne moderada ou intensa no rosto, IMC de até 30 e que não utilizem contraceptivos orais, injetáveis ou implantáveis. Todas passarão por avaliação da equipe para verificar os demais critérios do estudo.
As interessadas podem buscar informações pelo WhatsApp (12) 99726-2171, telefone (12) 3939-4479 ou Instagram @cipespesquisa. Os atendimentos são feitos com agendamento na sede do CIPES, no Vale Sul Shopping, em São José dos Campos.
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