domingo, 5 de julho de 2026
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Médico preso na Fusam, acusado de 42 mortes, já era investigado no Rio Grande do Sul

Médico preso na Fusam, acusado de 42 mortes, já era investigado no Rio Grande do Sul
Médico preso na Fusam, acusado de 42 mortes, já era investigado no Rio Grande do Sul AquiVale/Imagens

O médico João Batista do Couto Neto, suspeito por ao menos 42 mortes, foi preso, na tarde da última quinta-feira (14), enquanto realizava atendimento no Hospital Fusam, em Caçapava. Ele também é acusado de causar 114 lesões em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul

João Couto teve a prisão preventiva decretada pela Polícia Civil no mês passado após ser indiciado por homicídio doloso em três inquéritos.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo disse, em fevereiro quando realizou o registro do médico, estar ciente da suspensão na licença de João, mas "era obrigado a efetuar o registro do médico por se tratar de uma restrição parcial."

O caso

João Couto é suspeito pela morte de 42 pacientes e lesões em outros 114 após procedimento cirúrgicos. Relatos de ex-pacientes e pessoas que trabalham com o médico mostram que ele tinha um número excessivo e "cirurgias por dia, procedimentos desnecessários e até diagnóstico de câncer raro falso."

Ele foi alvo de mandados de busca e apreensão, em dezembro do ano passado, no hospital em que atuava, em Novo Hamburgo, e também no apartamento em que vivia no município.

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