domingo, 5 de julho de 2026
Brasil

Estudo oferece tratamento gratuito para pessoas com histórico cardiovascular

A doença atinge milhões de brasileiros, mas sinais de alerta ainda são pouco conhecidos

Estudo oferece tratamento gratuito para pessoas com histórico cardiovascular
Estudo oferece tratamento gratuito para pessoas com histórico cardiovascular AquiVale/Imagens

O Centro Internacional de Pesquisa Clínica (CIPES) realiza um estudo clínico que oferece tratamento sem custo para pessoas com histórico cardiovascular. Os voluntários recebem consultas médicas regulares, acompanhamento especializado e medicamentos de alto custo.

Podem participar pessoas com 40 anos ou mais que tenham diabetes, hipertensão e histórico de eventos cardiovasculares, como infarto, AVC, doença arterial periférica, colocação de stent ou amputações por causas vasculares.

Segundo a cardiologista e pesquisadora Dra. Fabiana Marcondes Braga, “Esse estudo é uma oportunidade para pacientes que convivem com os fatores de risco da IC, terem acesso a tratamento de ponta que pode evitar o desenvolvimento da insuficiência cardíaca ainda contribuir com o desenvolvimento da ciência”.

A médica e pesquisadora Dra. Rose Marçal complementa: “Nosso objetivo é oferecer cuidado de excelência aos participantes e desenvolver novas alternativas terapêuticas que possam beneficiar milhares de pessoas no futuro”.

A insuficiência cardíaca (IC) é uma condição crônica que compromete a capacidade do coração de bombear sangue de forma adequada. No Brasil, cerca de 2 milhões de pessoas vivem com a doença, e 240 mil novos casos são diagnosticados por ano.

Entre os principais sintomas estão falta de ar, cansaço extremo, inchaço nas pernas e ganho de peso por retenção de líquidos. A doença costuma ser consequência de outras condições, como hipertensão, diabetes, infarto, doenças das válvulas cardíacas e cardiomiopatias.

Segundo Dra. Fabiana, “a insuficiência cardíaca geralmente é consequência de outras doenças como hipertensão arterial, diabetes, infarto, AVC e doença arterial periférica (DAP). Por isso, o acompanhamento médico contínuo e o acesso a tratamentos eficazes são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes”.

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