domingo, 5 de julho de 2026
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Déficit de Processamento Auditivo Central pode comprometer desenvolvimento infantil e aprendizagem

Déficit de Processamento Auditivo Central pode comprometer desenvolvimento infantil e aprendizagem
Déficit de Processamento Auditivo Central pode comprometer desenvolvimento infantil e aprendizagem AquiVale/Imagens

Crianças que andam tirando notas ruins na escola, parecem não compreender o que ouvem e se demonstram distraídas, inseguras e sem vontade de aprender devem ser avaliadas com atenção por um otorrinolaringologista, pois essas características podem indicar o Déficit do Processamento Auditivo Central (DPAC), uma condição que afeta a capacidade do cérebro de processar informações auditivas, mesmo quando a audição periférica está normal.


A DPAC é devidamente reconhecida pela medicina desde 1996, mas é frequentemente subdiagnosticado e pode impactar significativamente a vida das pessoas.

"O Déficit de Processamento Auditivo Central pode levar a problemas de comunicação, aprendizagem e socialização se não for diagnosticado e tratado precocemente", explica o médico otorrinolaringologista Dr. Jefferson Takehara.

Foto: Reprodução


Os sintomas do DPAC podem variar amplamente, mas geralmente incluem dificuldades em entender a fala em ambientes ruidosos, seguir instruções verbais complexas, e distinguir sons semelhantes. Crianças com o déficit podem apresentar dificuldades acadêmicas, especialmente em leitura e escrita, enquanto adultos podem ter problemas no ambiente de trabalho ou em situações sociais.


"O diagnóstico requer uma avaliação auditiva abrangente e testes específicos de processamento auditivo. É essencial que profissionais de saúde, educadores e pais estejam atentos aos sinais e busquem avaliação especializada para um diagnóstico preciso", destaca Dr. Jefferson.


Embora não haja uma cura definitiva para o DPAC, há várias estratégias de tratamento que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida dos afetados.

"As intervenções incluem terapia auditiva, treinamento auditivo e estratégias de comunicação adaptativas. É importante um plano de tratamento individualizado, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, para atender às necessidades específicas de cada paciente", conclui Dr. Jefferson.

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Comentários (7)

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Luciére Fernandes Nogueira Magalhães 21 de ago. de 2024

Olá! Bom dia! Tudo bem? É importante ressaltar que a Avaliação e Tratamento do Transtorno do Processamento Auditivo (TPAC) é exclusivamente de competência do profissional Fonoaudiólogo.

K
KArem balen 21 de ago. de 2024

O fonoaudiólogo é o profissional responsável pela avaliação e reabilitação.

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Luciana Reis 21 de ago. de 2024

Ótima reportagem ! Mas faltou o mais importante! Explicação do profissional que é capacitado pra avaliar e tratar o TPAC Vale ressaltar também que o Fonoaudiólogo é o profissional competente e habilitado pra fazer a avaliação e tratamento! O tratamento é tipo uma “fisioterapia auditiva” e consiste em uma média de 12/14 consultas !

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Inês 21 de ago. de 2024

O Fonoaudiólogo é o profissionais que realiza tanto a avaliação do DPAC como atua na reabilitação das vias para melhora do déficit.

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Eliane Costa 21 de ago. de 2024

Vale ressaltar a importância do profissional da Fonoaudiólogia que vai diagnosticar junto à família, escola, médico e trabalhar com as habilidades auditivas necessárias para cada paciente.

A
Ana 21 de ago. de 2024

“Considerando as competências específicas do profissional fonoaudiólogo estabelecidas na Lei nº 6965/81 e de acordo com a resolução 357 de 6 de dezembro de 2008 , o fonoaudiólogo é o profissional legalmente habilitado  para atuar na prevenção, avaliação e reabilitação dos transtornos do processamento auditivo central.”

A
Ana Santos 21 de ago. de 2024

O fonoaudiólogo é o profissional que aplica os testes acusticamente controlados e toda a bateria de avaliação do PAC, diagnosticando quais habilidades auditivas estão normais ou alteradas, o diagnóstico diferencial do TPAC exige também o estudo cognitivos e linguísticos, para que sejam identificadas possíveis comorbidades, transtornos mais globais  ou de alta ordem.

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