Perto de enfrentar o Japão às 14h desta segunda-feira (29) pela fase inédita de 16 avos da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti precisou abandonar algumas convicções.
O time titular poderá ser repetido pelo italiano pela primeira vez. No início do ciclo, Ancelotti i tinha uma ideia clara do que queria construir: um esquema com quatro defensores, apenas dois meio campistas e quatro atacantes e potencializar o principal talento do elenco, Vini Jr.
Mas a grande mudança aconteceu justamente quando Carletto ouviu os principais líderes do elenco e aceitou abandonar a estrutura que havia defendido desde sua chegada. Pela primeira vez, adotou um sistema com três meio campistas e testou no amistoso contra o Egito, o último antes da estreia.
A partir do mau desempenho contra Marrocos, o treinador com as lideranças se alinharam e veio a mudança mais fundamental: Paquetá passou a atuar mais pelo lado esquerdo, Matheus Cunha retomou a vaga no ataque, Danilo assumiu definitivamente a lateral e o Brasil encontrou uma configuração mais equilibrada.
Eles terão papel fundamental na partida desta segunda. O Japão cria menos, mas é extremamente vertical quando recupera a posse. A preocupação da comissão técnica é impedir que os contra ataques encontrem espaços antes que a linha defensiva brasileira consiga se reorganizar.
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