Na avaliação qualitativa da gestão, 27% a classificam como péssima e 20% como ruim, somando 47% de avaliações negativas. No campo positivo, 14% consideram o governo ótimo e outros 14% bom. Para 25%, o desempenho é regular.
O resultado representa estabilidade em relação à rodada anterior, de maio, quando a desaprovação era de 52% e a aprovação, de 42%, variação dentro da margem de erro. O movimento integra uma recuperação mais ampla: o instituto registrou queda de 24 para 8 pontos na diferença entre aprovação e desaprovação ao longo das últimas cinco semanas, movimento atribuído por analistas ao escândalo do Banco Master, que envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre 29 e 30 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-05864/2026. O custo foi de R$ 80 mil, pagos com recursos próprios.
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