Padeiro desaparece após sair de adega e família vive angústia há 10 dias
Átila Coutinho, de 28 anos, sumiu após pegar um Uber na noite de 14 de março; celular não atende, mas Instagram está ativo

A família do padeiro Átila Gonçalves Coutinho, de 28 anos, vive dias de angústia após o desaparecimento do jovem, ocorrido na noite do dia 14 de março, em Taubaté. Sem deixar rastros, ele foi visto pela última vez após sair de uma adega no bairro Belém, onde esteve momentos antes de entrar em um carro por aplicativo.
Átila morava há cerca de três anos em Taubaté, para onde se mudou vindo de Paraty (RJ) junto com a esposa e os filhos. Apesar de a família ser originalmente do Rio de Janeiro, todos vivem atualmente em Paraty — com exceção dele, que foi para o Vale do Paraíba.
Na noite do desaparecimento, por volta das 21h40, Átila estava em casa cuidando dos dois filhos pequenos — um menino de 3 anos e uma menina de 7 anos. De forma repentina, ele pediu que sua enteada ficasse responsável pelas crianças e saiu em direção a uma adega próxima à sua residência.
Segundo relatos de testemunhas, no local ele teria consumido bebida alcoólica e feito uso de drogas ao lado de jovens que conheceu ali. Durante esse período, também enviou mensagens ao pai, um idoso que vive em Paraty, afirmando que “ia cuidar do pai, longe ou perto”.
Após deixar a adega, Átila solicitou um carro por aplicativo e não foi mais visto. Desde então, a família não teve qualquer contato ou informação concreta sobre seu paradeiro.
No momento do desaparecimento, ele vestia bermuda jeans, camiseta do Flamengo e papete. Átila trabalhava como padeiro em uma fábrica de salgados em Taubaté, mas estava desempregado recentemente. Segundo familiares, ele ainda morava na mesma casa que a esposa, embora estivessem separados, aguardando apenas que ele encontrasse um novo local para morar.
A família registrou boletim de ocorrência e segue em busca de respostas. Um dos pontos que mais intriga os parentes é o fato de o celular de Átila estar desligado ou sempre direcionando para a caixa postal, enquanto sua conta no Instagram permanece ativa, com movimentações como seguir e deixar de seguir pessoas.
Ainda de acordo com a família, Átila não possui histórico de doenças mentais, o que aumenta a preocupação com o desaparecimento repentino. Os familiares também tentam obter a quebra de sigilo bancário para verificar possíveis movimentações financeiras que ajudem nas buscas, mas ainda não tiveram acesso às informações.
Diante da falta de pistas, a família faz um apelo à população. Qualquer informação que possa contribuir para localizar Átila pode ser enviada para o e-mail conserveparaty@gmail.com, aos cuidados de Alessandra, irmã do desaparecido.
O caso segue sendo investigado pelas autoridades.








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