quarta-feira, 8 de julho de 2026
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Mulher engole espinha de peixe e objeto perfura seu pescoço duas semanas depois

Tailandesa tentava tratar o incômodo com métodos caseiros, mas espinha percorreu a garganta até sair pela pele.

Mulher engole espinha de peixe e objeto perfura seu pescoço duas semanas depois
Mulher engole espinha de peixe e objeto perfura seu pescoço duas semanas depois AquiVale/Imagens

Um caso inusitado ocorrido na Tailândia ganhou repercussão nas redes sociais após uma mulher relatar que uma espinha de peixe que havia engolido acidentalmente acabou saindo pelo próprio pescoço — duas semanas após o incidente.

A história foi compartilhada no Facebook por Suriyan Buppa-art, marido da paciente Sang Lan, no último dia 17 de junho. Segundo ele, a esposa estava tomando uma sopa de peixe quando engoliu uma espinha sem perceber. Ela sentiu uma dor aguda na garganta e tentou métodos caseiros para remover o corpo estranho, como comer arroz e casca de pão, mas sem sucesso. Um primeiro exame de raio-X feito em um hospital também não apontou nada anormal.

Mesmo com a dor persistente, o casal acreditou que a espinha havia sido deslocada ou dissolvida com o tempo. No entanto, cerca de duas semanas depois, Sang Lan notou um inchaço no pescoço e suspeitou de um problema na tireoide. Ao retornar ao hospital, foi submetida a uma nova radiografia, que novamente não indicou a presença de nenhum objeto.

O susto maior veio em casa, quando a mulher se preparava para aplicar um adesivo analgésico no local da dor. Ao pressionar levemente a pele, percebeu que uma estrutura pontiaguda tentava romper a pele. Com um pouco mais de pressão, uma agulha branca perfurou a região. Tratava-se da espinha de peixe, que havia migrado internamente da garganta até a parte externa do pescoço.

Sang Lan voltou ao hospital, onde os médicos conseguiram remover a espinha de cerca de 2 centímetros. A equipe médica afirmou nunca ter presenciado algo semelhante. Apesar da boa recuperação, a paciente revelou que, por ora, não pretende voltar a comer peixe — e talvez nunca mais.

O caso, além de curioso, serve de alerta: pequenos objetos como espinhas podem causar grandes complicações quando não tratados corretamente.

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