Ícone do siteÍcone do site Portal Aqui Vale

Morre Brigitte Bardot, ícone do cinema internacional, aos 91 anos

A morte foi anunciada pela Fundação Brigitte Bardot, instituição criada pela atriz em 1986 para defender a causa dos direitos dos animal.

Brigitte foi lançada como símbolo sexual ao protagonizar E Deus Criou a Mulher (1956), longa de Roger Vadim – seu primeiro marido. O sucesso como Juliette à alçou ao mundo.
Também estrelou O Desprezo (1963), a além de atuar em 50 filmes.

Estrela de uma época, a artista viveu por um tempo no Brasil e ajudou a tornar célebre a praia de Búzios para o mundo.

O presidente da França, Emmanuel Macron, descreveu Brigitte como “uma lenda” que “personificava uma vida de liberdade. Em nota, ele lamentou a morte da atriz.

“Seus filmes, sua voz, sua fama deslumbrante, suas iniciais, suas tristezas, sua generosa paixão pelos animais, seus rosto que se tornou Marianne – Brigitte Bardot personificava uma vida de liberdade. Uma existência francesa, um brilho universal. Ela nos tocou. Lamentamos a perda de uma lenda do século”, escreveu.

Longe dos holofotes

Em meados da década de 1970, a atriz decidiu abandonar o cinema e se dedicar a outra causa: os direitos dos animais. Com sede em Paris, na França, a Fundação Brigitte Bardot é reconhecida como uma entidade de utilidade pública.

Nos últimos anos, a atriz causou controvérsia com suas declarações sobre política, imigração e caça.

“Liberdade é ser você mesmo, mesmo quando isso incomoda as pessoas”, escreveu  no epílogo de um livro intitulado Mon BBcédaire, publicado na França em outubro.

Em seus últimos anos, Bardot viveu no sul da França, entre sua famosa residência “La Madrague” e uma segunda casa escondida na vegetação, “La Garrigue”, que abriga animais e uma capela particular.

Em entrevista concedida em maio deste ano à emissora francesa BFMTV, Brigitte confessou que ansiava por “paz e natureza”.

Sair da versão mobile