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Moradora afirma sofrer retaliação da prefeitura após reclamar sobre abastecimento de água

Moradores do bairro Capuava estão sofrendo com a falta d´água. O bairro está em fase de regularização e por esse motivo, não tem abastecimento através da Sabesp. O serviço de fornecimento de água é feito por caminhões pipa, que abastecem as residências do bairro duas vezes por semana.

A dona de casa Ingrid Grangeiro de Oliveira afirma que, no último dia 11 de março, entrou em contato com o gabinete do prefeito para reclamar do abastecimento. Ela conta que chegou ao conhecimento dos moradores que o caminhão pipa seria enviado apenas uma vez por semana, o que causaria grandes transtornos aos moradores.

“A assessoria do prefeito informou que a informação não procedia, que o abastecimento continuaria normal, duas vezes por semana”, disse. Outros moradores também reclamaram do problema via 156, nos gabinetes de vereadores e de todas as formas possíveis, relata.

Ingrid disse que após a ligação ao gabinete do prefeito para reclamar do abastecimento, sua casa parou de receber água. Segundo a moradora, dois dias após a reclamação, todas as casas foram abastecidas, menos a dela.

A moradora perguntou ao motorista do caminhão pipa se sua casa não seria abastecida. De acordo com ela, ele respondeu que não e que tinha ordens para não abastecer “a casa de Ingrid”. Uma vizinha, sensibilizada com a situação, transferiu um pouco de água para Ingrid.

Porém, ao identificar que a vizinha estava transferindo água, o motorista avisou que a outra casa também não seria mais abastecida. Dias depois, em novo abastecimento de água, tanto Ingrid quanto a vizinha ficaram sem água.

Ingrid entendeu essa atitude como uma retaliação por ter reclamado e, desde então, afirma que vem sendo perseguida pela administração municipal. Os moradores encaminharam o caso à Promotoria e aguardam uma resposta.

Por meio de nota, a Prefeitura de São José dos Campos informou que “o serviço de fornecimento de água potável no endereço, foi suspenso por se tratar de chácara de aluguel e eventos, bem como o relatório social não indicar vulnerabilidade social”.

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