Espetáculo “O Subnormal” faz apresentação gratuita em São José, neste sábado (18)
Objetivo é democratizar o acesso à cultura
Peça integra a programação do projeto Arte Viva Arte, que oferece atrações artísticas por todas as regiões da cidade, até o dia 20 de fevereiro. Objetivo é democratizar o acesso à cultura.
Com texto e atuação de Cleber Tolini, o monólogo “O Subnormal” faz uma apresentação gratuita em São José neste sábado (18), às 20, na Casa de Cultura Flávio Craveiro (Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I). Craveiro (Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I).
A classificação etária é de 14 anos e a apresentação contará com tradução simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais). A apresentação integra a programação do projeto “Arte Viva Arte – Intervenções
Artísticas”, que oferece atividades culturais gratuitas para todas as idades, em diferentes espaços públicos de São José dos Campos, até o dia 20 de fevereiro. O objetivo é oferecer boas opções de lazer para o período de férias, ocupando espaços públicos e fortalecendo a identidade cultural local. Além de democratizar o acesso à cultura.
O projeto é financiado pela Lei Paulo Gustavo, por meio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (edital LPG006/FCCR/2024).
Sinopse
Há 20 anos, o ator Cleber Tolini nasceu de novo. Ele tinha 24 anos quando um episódio marcaria sua vida para sempre. Ao descobrir um tumor no cérebro e passar por uma cirurgia bem-sucedida, ele ficou com apenas 20% de visão – sequela que o incluiu em um grupo até aquele momento desconhecido por ele: o de pessoas com visão subnormal, também denominada baixa visão.
Em 2018, decidiu levar para os palcos as mudanças na sua vida pessoal artística, com muito humor. Foi assim que nasceu o monólogo “O Subnormal”, com texto e atuação do próprio Cleber, dirigido por Djalma Lima. Em cena, Cleber trava uma conversa franca e divertida com o público sobre a sua
trajetória e também inclui relatos de outras pessoas de baixa visão, por meio de áudios gravados. Especialista em Acessibilidade Cultural e profissional de audiodescrição, Paula Souza Lopez colaborou para a dramaturgia ser acessível.
A encenação inclusiva, com audiodescrição integrada, permite que o próprio ator faça a audiodescrição em cena, sem a necessidade de narrador, fones e cabine. No Brasil, a cada cinco pessoas com deficiência visual, quatro têm baixa visão. O espetáculo traz também material documental original de outras pessoas em condição similar. É do gênero Comédia/Depoimento, e mostra que todo mundo tem uma boa história, basta saber como contar!
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