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Dengue pode causar mucosite oral. Mal pode ser tratado com prevenção, higiene e Ledterapia

O problema também é causado por lesões orais ocasionadas em tratamentos de câncer por meio de quimioterapia ou radioterapia.

A epidemia de dengue, maior da história do Brasil e do mundo, assim como a Covid, pode trazer efeitos colaterais desagradáveis. Entre elas está a mucosite oral, condição desconfortável que interfere na vida dos pacientes, principalmente na alimentação.

O problema também é causado por lesões orais ocasionadas em tratamentos de câncer por meio de quimioterapia ou radioterapia.

A inflamação acomete todos os tecidos moles da boca: parte interna dos lábios, céu da boca parte interna das bochechas, língua, assoalho da língua e todo o tecido digestivo que vai da boca e passa pela garganta, faringe, laringe, esôfago, até o final do intestino grosso.

Entre os sintomas, boca e gengivas vermelhas, brilhantes ou inchadas; sangue na boca; feridas na boca ou na gengiva ou língua; dor na boca ou garganta; dificuldade em engolir ou falar; sensação de secura, leve queimação ou dor ao comer; manchas suaves e esbranquiçadas ou pus na boca ou na língua; e aumento de muco ou saliva mais espessa na boca.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a mucosite em quatro graus: Grau 1: irritação ou vermelhidão; Grau 2: vermelhidão e lesões ulcerativas que ainda permitem uma dieta sólida; Grau 3: lesões ulcerativas com necessidade de dieta pastosa ou líquida; e Grau 4: o paciente não consegue se alimentar.

Entre os tratamentos, evitar o consumo de alimentos que causam irritação na mucosa (pimentas, frutas cítricas, alimentos salgados, etc); higiene bucal com enxaguantes sem álcool e escova com cerdas macias; uso de medicamentos quando há infecções (antifúngicos, antivirais, além de analgésicos e anestésicos locais, com hidróxido de alumínio e bicarbonato de sódio para diminuir a acidez); crioterapia: sucção de lascas de gelo antes e durante cada sessão de quimioterapia ou radioterapia; e LEDterapia

A fotobiomodulação (LEDterapia) mostra resultados bem safisfatórios na prevenção da mucosite oral, bem como tratamento no alívio das dores e lesões.


Os aparelhos de LEDterapia, como o Odontolux, podem emitir luzes vermelhas específicas, aplicadas diretamente na mucosa, com efeito analgésico e que aceleram a cicatrização das lesões.

De acordo com o médico angiologista e vascular, Dr. Álvaro Pereira, o tratamento pelas luzes do LED é indolor, não invasivo, não traumático, de baixo custo em relação a outras soluções e aprovado pelos órgãos de saúde competentes. “Pode ser aplicado na própria residência, sem a necessidade de deslocamento. A tecnologia é utilizada na cicatrização de várias formas de úlceras, não só na mucosite. Esse tratamento é recomendado por vários profissionais, pelas sociedades médicas para apoio de pacientes com câncer.

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