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Cachorro comunitário: como a união da vizinhança garante bem-estar animal

Cada vez mais presentes em bairros e cidades brasileiras, os cachorros comunitários são animais que vivem em espaços públicos, mas recebem cuidados constantes de moradores da região. Diferente do abandono, essa prática é reconhecida em algumas legislações e tem como objetivo garantir o bem-estar animal e a saúde pública.

De acordo com informações do Petz Blog, o cachorro comunitário é aquele que cria vínculos com a comunidade onde vive, mesmo sem ter um tutor único. Alimentação, abrigo, atenção e cuidados veterinários passam a ser responsabilidade compartilhada entre vizinhos, comerciantes ou frequentadores do local.

Um exemplo que ajuda a ilustrar esse conceito é o do cachorro comunitário Orelha. Conhecido pelos moradores da região onde vivia, Orelha era cuidado coletivamente por pessoas que garantem sua alimentação diária e acompanhamento veterinário, mesmo sem que ele pertença oficialmente a uma única família. Infelizmente, Orelha perdeu a vida de forma trágica.

Em estados como São Paulo, a legislação reconhece o cachorro comunitário e estabelece que o animal não deve ser recolhido apenas por estar nas ruas, desde que esteja saudável e identificado. Segundo o Petz Blog, é recomendado que haja um responsável principal para representar o animal legalmente e organizar questões como vacinação e castração.

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