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NASA monitora asteroides que representam risco de colisão com a Terra

Critérios são dimensões e proximidade da órbita terrestre

A NASA (National Aeronautics and Space Administration) está monitorando asteroides que apresentam risco de colisão com a Terra, embora o perigo real seja mínimo. Eles são corpos celestes de tamanhos e composições variados que às vezes se aproximam do nosso planeta, gerando preocupação. Para ser considerado um risco, o asteroide deve ter mais de 140 metros de diâmetro e passar a menos de 7,5 milhões de quilômetros da Terra.

Em março deste ano, um asteroide de até 290 metros de diâmetro passou a 5 milhões de quilômetros do planeta, chamando atenção.

Ao entrar em rota de colisão com a Terra, o asteroide passa a ser chamado de meteoro, conforme explica o mestre em astrofísica Marcelo Mateus. Por conta do campo gravitacional, Júpiter atua como um guardião da Terra atraindo os asteroides para sua própria órbita. A Lua também atua como um “corpo de massa significativa, que exerce influência sobre corpos de massas menores, como os asteroides”, ressalta Marcelo.

Portanto, para um asteroide colidir com a Terra, o asteroide precisaria vencer as barreiras gravitacionais de Júpiter e da Lua.

A maioria dos asteroides se originam de um cinturão de asteroides que fica entre os planetas Marte e Júpiter. Além do cinturão de Marte e Júpiter, existe também o cinturão de Kuiper com uma série de corpos de grandes dimensões ainda não catalogados, inclusive com a possibilidade de abrigar o 9º planeta, chamado de Planeta X ou Planeta 9.

Entre os asteroides monitorados pela NASA, destacam-se:

              Bennu: esse asteroide se aproxima da Terra a cada seis anos. Ele tem 490 metros de diâmetro e pode colidir com nosso planeta no século 22.

              Apophis:  Tem cerca de 370 metros de diâmetro. Já passou próximo à Terra em 2024 e deve voltar em 2029.

              2024 YR4: Esse asteroide está em rota de colisão com a Lua, porém já fez parte da lista de possível colisão com a Terra, supostamente no ano de  2032.

              2011 UL21: Esteve próximo a Terra em junho de 2024. 

              1950 DA: Apresenta chance extremamente baixa de colisão em 2880.

              2007 FT3:  Sua órbita o traz relativamente próximo à Terra.

              1979 XB:  A Nasa o coloca como o segundo lugar entre os objetos próximos ao nosso planeta. O choque seria desastroso.

              2023 DW: Atualmente, a possibilidade de colisão envolvendo esse asteroide é pequena, mas já foi considerado um risco para o ano de 2046.

              2002 NV16: não representa ameaça iminente, porém passou próximo à Terra em outubro de 2024.

A NASA utiliza telescópios poderosos para rastrear asteroides e calcular suas órbitas, o que permite antecipar possíveis riscos e, se necessário, realizar operações de desvio, como o impacto de espaçonaves de alta velocidade ou o uso de feixes de íons. Outras estratégias incluem o uso de lasers potentes ou a pintura da superfície do asteroide para alterar sua trajetória.

Com a tecnologia avançando e a cooperação global, a defesa planetária está se tornando cada vez mais eficiente, garantindo a segurança da Terra para as futuras gerações.

Foto: Reprodução

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